segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

F de Fazer Fotografia (XXXVI)


[Obrigada, Mariana]

R de Regresso ao real

Há dias/semanas assim:
André Franquin
in Idées Noires

F de Falar para as árvores (II)

T de "(um) torso dobrado pela música" (II)

Gosto de receber postais assim:
Rei David, relicário do séc. XVIII,
Museu do Abade de Baçal (Bragança)

domingo, 30 de janeiro de 2011

F de Falar para as árvores

[No Príncipe Real]

N de "Never drive a car when you're dead"

"Já viu? Parámos para deixar passar a morte."

[Hoje, às 11h40, de taxi]

sábado, 29 de janeiro de 2011

O de "O mundo está escuro: ilumina-o" (X)



"Cuantas cosas quedaron prendidas
hasta dentro del fondo de mi alma
cuantas luces dejaste encendidas
yo no se como voy a apagarlas."

T de "(um) torso dobrado pela música"

Herberto Helder

F de Fazer Fotografia (XXXIV)


LOUIS DARGET




(1896)

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

R de Rebeca (IV)

Atlântico-Sul: Preta e Bela no Cosme Velho: "1. — Elas saltaram para a rua, foram atrás — disse o Marcos quando liguei do aeroporto, a dizer que tinha deixado a chave debaixo do tapete..."

S de Solidão (ou C de Comunidade) VIII

Outra leitora atenta de Rilke:

I de Inverno

[ Lisboa, 27 Janeiro.
Um amigo disse-me entretanto que, mesmo sem folhas, as árvores se dão a si mesmas.
É bonito quando isso também acontece com as pessoas.]

E de Espinhas para um gato (IV)

Marcel Broodthaers
(28 de Janeiro de 1924 - 28 de Janeiro de 1976)

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

P de (Dois Anos de) Pássaros (XVIII)

Étienne-Jules Marey
(1830-1904)

"Cronografia de um pássaro a voar"

"Zoetrope"

F de Fazer Fotografia (XXXIII)

[Mais uma descoberta pelos olhos da Daniela]

B de Biorritmo (LI)

M de Música para os meus olhos (X)

No regresso de mais uma consulta de oftalmologia:

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

F de Fazer Fotografia (XXXII)

Um dos meus fotógrafos do coração:

M de Música para os meus olhos (IX)

[Victoria and Albert Museum]
[Smithsonian American Art Museum]

No decurso do século XVIII, tornaram-se populares estas pequenas pinturas de olhos.
Eram usadas para celebrar o amor por uma pessoa que morrera
ou cuja identidade devia permanecer em segredo. Também podiam ser oferecidas
como sinal de que se mantinha um olhar vigilante ou protector sobre alguém.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011