sexta-feira, 4 de novembro de 2011

T de Tempo Sem Tempo (V)

Porque às vezes apetece tentar uma revolução mansa contra o Tempo: deixar o negro avançar dentro de nós sem o cortar, saltar um dia, não levantar os olhos para nenhuma beleza que nos salve. Mas há sempre um fio que nos puxa de volta ao mundo. Uma palavra - ou várias, com um gato adormecido nas entrelinhas. A respiração dos amigos a dar-nos novo fôlego.

AQUI

2 comentários:

manuel margarido disse...

o texto em link 'pedia' as palavras que escreveu; as palavras que escreveu são justas e boas; e o seu blog é notável.

ID disse...

Obrigada. O texto em link clareou-me a manhã.