quarta-feira, 16 de junho de 2010

P de Primavera (XIII)


Santarém (Maio 2010)

segunda-feira, 14 de junho de 2010

T de Tampa

domingo, 13 de junho de 2010

P de (No) princípio (era...) IV

O princípio de um dos meus filmes preferidos de sempre:

C'est l'histoire d'un homme qui tombe d'un immeuble de 50 étages. Le mec, au fur et à mesure de sa chute, il se répète sans cesse pour se rassurer:

"Jusqu'ici, tout va bien."

"Jusqu'ici, tout va bien."

"Jusqu'ici, tout va bien."

Mais l'important, c'est pas la chute. C'est l'atterrissage...

sábado, 12 de junho de 2010

quarta-feira, 9 de junho de 2010

B de Biorritmo (XIX)

C de Carrosséis (VIII)



Robert Doisneau, "Le manège de Monsieur Barre" (1955)

segunda-feira, 7 de junho de 2010

J de (O) Jardim e a Casa

Porto/Junho 2010

"Era uma vez um jardim maravilhoso, cheio de grandes tílias, bétulas, carvalhos, magnólias e plátanos.
Havia nele roseirais, jardins de buxo e pomares. E ruas muito compridas, entre muros de camélias talhadas.
E havia nele uma estufa cheia de avencas onde cresciam plantas extraordinárias que tinham, atada ao pé, uma placa de metal onde o seu nome estava escrito em latim.
E havia um grande parque com plátanos altíssimos, lagos, grutas e morangos selvagens. E havia um campo com trigo e papoilas, e um pinhal onde entre mimosas e pinheiros cresciam urzes e fetos."
Sophia de Mello Breyner Andresen, O Rapaz de Bronze
[Visitei ontem o jardim,
que continua maravilhoso e é actualmente o Jardim Botânico do Porto,
no Campo Alegre.]

quinta-feira, 3 de junho de 2010

M de Morte (II)

MINIMAL EXISTENCIAL


Quando morrermos,
não haverá divisões, nem fronteiras, nem estatutos.
Haverá, quando muito, um nome.

[tu sabias, querida Emily,
tu sabias quando disseste
“forever – is composed of nows –“]

Haverá valas comuns, túmulos
opulentos, gente que chorará a partida
de alguns, ignorando a vida de outros.

Quando eu morrer,
enterrem o caixão longe do meu corpo.


Paulo Tavares

quarta-feira, 2 de junho de 2010

segunda-feira, 31 de maio de 2010

V de Viagens (IV)

RUPTURA - III


Levantou-se e saiu
ainda gotejante.

Tinha uma mala de viagem à espera
e um caderno de pequenos textos
onde colara durante intervalos estáveis
recortes de películas a preto-e-branco.

Na mala, faltavam algumas
peças de roupa essenciais;
no caderno de pequenos textos,
finais plenos.

No entanto, era óbvio para ela
que bastavam aqueles dois utensílios
para suportar o peso inconstante
da felicidade ou do infortúnio
e que neles caberia o volume incerto
de qualquer aventura.



Paulo Tavares, Minimal Existencial,
Lisboa: Artefacto, 2010

terça-feira, 25 de maio de 2010

segunda-feira, 24 de maio de 2010

domingo, 23 de maio de 2010

B de Biorritmo (XIX)

quarta-feira, 19 de maio de 2010

P de Primavera (XII)

O meu perfume de Primavera chama-se "La chasse aux papillons"
(L'Artisan Parfumeur - Paris).


Max Ernst, "33 fillettes chassant les papillons", 1958
(Museo Thyssen-Bornemisza - Madrid)

I de Inverness (II)

GRAND HOTEL KØBENHAVN, 326


Onze horas: a tua mão adormecida marca
agora um conto de Karen Blixen
– veremos em breve essa casa cinzenta,
em Helsingør – enquanto eu ouço uma sonata
de Scarlatti tocada por Scott Ross
e sei que também isso ficarei a dever à Dinamarca.

Apontamentos culturais? Podem até chamar-lhes
assim, ignorando a áspera nudez da voz,
o grito comum que viemos suspender aqui.
Lá em baixo, por exemplo, os funcionários do
restaurante, terminado o serviço, abrem
a terceira garrafa de champanhe e fumam
ruidosamente, como se amanhã não existisse.

A questão, no fundo, é apenas esta: há momentos
em que a vida nos parece quase bela,
escolhos onde embatem as mais íntimas certezas.

Talvez adormeçamos lado a lado,
de costas para a morte, e haja corsários ao fundo,
um mar de gelo protegendo-nos da noite.


Manuel de Freitas, Brynt Kobolt

T de Tratado de Pedagogia (V)

"Não acredito na arte para eleitos, e lembro, a este propósito, uma frase que ouvi a Caetano Veloso: Todo o mundo pode entender tudo. Acredito, e quero continuar a acreditar, nesta formulação tão simples."

in

segunda-feira, 17 de maio de 2010

I de INVERNESS (Ana Teresa Pereira)

Pierre-Auguste Renoir, "A Onda", 1879

domingo, 16 de maio de 2010

M de Museu Imaginário (V)

Separados à nascença?

Francisco de Goya, "Riña de gatos", 1786-88 (Museo Nacional del Prado)



Jardim Bordallo Pinheiro/Museu da Cidade (15 Maio 2010)

sábado, 15 de maio de 2010

M de Museu Imaginário (IV)

Exposição "Joana Vasconcelos - Sem Rede"

(CCB/15 Maio 2010)

quinta-feira, 13 de maio de 2010