quinta-feira, 8 de julho de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
sábado, 3 de julho de 2010
B de Biorritmo (XXII)
MORGEN
Música: Richard Strauss
Texto: John Henry Mackay
Elisabeth Schwarzkopf, Soprano / LSO, George Szell
Und morgen wird die Sonne wieder scheinen,/und auf dem Wege, den ich gehen werde,/ wird uns, die Glücklichen, sie wieder einen/ inmitten dieser sonnenatmenden Erde...// Und zu dem Strand, dem weiten, wogenblauen,/ werden wir still und langsam niedersteigen,/ stumm werden wir uns in die Augen schauen,/und auf uns sinkt des Glückes stummes Schweigen...
[And tomorrow the sun will shine again/ And on the path that I shall take/ It will reunite us, the blessed ones,/In the midst of this world that breathes in the sun...// And to the broad shore, lapped by blue waves,/ We shall quietly and slowly climb down,/ Silently we shall look into each other's eyes/ While upon us descends the silence of true bliss...]
sábado, 26 de junho de 2010
C de Carrosséis (IX)
"[...] I have seen things that I can't explain/ Looking through windows, feeling the same/ I have seen moments I'd like to share [...]"
quarta-feira, 23 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
M de Museu Imaginário (VI)
Collier Schorr, "Arrangement # 21 (Geraniums)" in GERMAN FACES (exposição temporária no Museu Colecção Berardo)
T de Tratado de Pedagogia (VI)
Escrevam o que queiram.
No estilo que lhes pareça melhor.
Passou demasiado sangue sob as pontes
para continuar-se a crer
que possa seguir-se um só caminho.
Em poesia tudo é permitido.
Com a condição expressa
é evidente
de superar-se o papel em branco.
Nicanor Parra
(tradução de Jorge de Sena)
retirado daqui.
segunda-feira, 21 de junho de 2010
B de Biorritmo (XX)
Nacho Whisky
Las heridas y los sueños
se citaron una noche.
Nadie sabía la hora,
nadie sabía el lugar.
Las cargaban en el alma
tres hombres del tiempo de antes
que se fueron por la vida
apuntando a la razón.
La calesita* del tiempo
les devolvió la sortija.
Uno contaba del oso,
el otro habló del camello
y el tercero dió jirafa
porque apuntaba hacia el cielo
y se tomaron el vino
de la revancha final.
Las lágrimas se escondieron
por honor y por mentira
y en la arruga del pasado
les floreció el corazón.
Y la aguja perforada
del obelisco porteño
les remendó las miradas
y el dolor se iluminó.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
M de Mesa de Amigos (III)
quarta-feira, 16 de junho de 2010
segunda-feira, 14 de junho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
P de (No) princípio (era...) IV
O princípio de um dos meus filmes preferidos de sempre:
C'est l'histoire d'un homme qui tombe d'un immeuble de 50 étages. Le mec, au fur et à mesure de sa chute, il se répète sans cesse pour se rassurer:
"Jusqu'ici, tout va bien."
"Jusqu'ici, tout va bien."
"Jusqu'ici, tout va bien."
Mais l'important, c'est pas la chute. C'est l'atterrissage...
sábado, 12 de junho de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
J de (O) Jardim e a Casa
Porto/Junho 2010
Sophia de Mello Breyner Andresen, O Rapaz de Bronze
quinta-feira, 3 de junho de 2010
M de Morte (II)
Quando morrermos,
não haverá divisões, nem fronteiras, nem estatutos.
Haverá, quando muito, um nome.
[tu sabias, querida Emily,
tu sabias quando disseste
“forever – is composed of nows –“]
Haverá valas comuns, túmulos
opulentos, gente que chorará a partida
de alguns, ignorando a vida de outros.
Quando eu morrer,
enterrem o caixão longe do meu corpo.



