terça-feira, 28 de setembro de 2010

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

R de (O) rio da minha aldeia (IV)


Setembro 2010

S de Self

"She was not to talk with, she was not to cook, she was not to produce children. She was not to knit sweaters, to write plays, to dig ditches, to sing songs."
Lawrence Block, The Canceled Czech

R de (O) rio da minha aldeia (III)




[Faltava um dos cinco]

domingo, 26 de setembro de 2010

R de (O) rio da minha aldeia (II)

[Antes e depois da chegada do barco]

C de Chapeau!

Ontem:
amigos, poesia e música de se lhes tirar o chapéu.

[Fotografia de RMR]

F de Fazer fotografia (XVIII)

A "fotografia pendurada na parede" do poema de Joan Margarit:

Xavier Miserachs, "Passeig de Gràcia", 1962

sábado, 25 de setembro de 2010

B de Biorritmo (XXXIII)

"[...] e tudo aquilo que é viver"

P de (Um Ano de) Pássaros (X)


Fonte: The Complete Canterbury Tales,
ilustrações de Edward Burne-Jones e William Morris
(Eagle Editions)

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

P de (The) Privacy of Rain (II)

P de "Portugal não é um país pequeno" (II)




Lisboa / 21 Set 10

L de Livraria

Tem site, mas é mais bonita ao vivo, em Copenhaga.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

E de Estado de espírito





Santa Cruz / Setembro 2010

domingo, 19 de setembro de 2010

B de Biorritmo (XXXII)

"[...] the only thing that keeps you calm is to die everyday"

F de Futebol (II)

Como já disse, o futebol tem momentos muito bonitos:

"um Sporting que faz um jogo onírico e estranho"
versus
um Benfica "como um divorciado numa discoteca"


B de Biorritmo (XXXI)

Para os amigos que provaram uma vez mais que - diga o Rilke o que disser - às vezes nos podemos encontrar na mesma ilha.

sábado, 18 de setembro de 2010

H de "Hay que beber para recordar y comer para olvidar" (VI)

[Para a Renata]

S de Solidão (ou C de Comunidade)

XI

Et l’art n’a rien fait sinon nous montrer le trouble dans lequel nous sommes la plupart du temps. Il nous a inquietés, au lieu de nous rendre silencieux et calmes. Il a prouvé que nous vivons chacun sur son île ; seulement les îles ne sont pas assez distantes pour qu’on y vive solitaire et tranquille. L’un peut déranger l’autre, ou l’effrayer, ou le pourchasser avec un javelot – seulement personne ne peut aider personne.


XII

De l’île à île, il n’y a qu’une possibilité : de dangereux sauts où l’on risque plus que ses jambes. Cela donne un éternel va-et-vient bondissant, fait de hasards et de ridicules ; car il arrive qu’ils soient deux à sauter en même temps l’un vers l’autre, si bien qu’ils ne se rencontrent qu’en air, et qu’après ce pénible échange ils se retrouvent tout aussi loin – l’un de l’autre – qu’auparavant.

Rainer Maria Rilke, Notes sur la mélodie des choses,
Éditions Allia (que tem um dos mais bonitos catálogos de grandes livros pequeninos )