quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

P de (The) Privacy of Rain (VI)

It's a miserable way to get happy
When it rains it all pours but if love is trouble
That's what I'm looking for
[...]

Letra de Jack Segal,
na voz de Marilyn Moore

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

P de (Dois Anos de) Pássaros (XII)

05/12/10

P de (Um Ano de) Pássaros (XIX) - este veio de Paris

04/12/10

G de Gostava de ter sido eu a tirar esta fotografia (III)

[Fotografia de RCB/Paris sob neve]

T de Tiragem Única (para amigos)

S de Sense of Snow (IV)

O PÁSSARO NA NEVE

Um pássaro negro
contra a noite branca
Um pássaro negro
voa no céu branco

Seu breve grasnido
desafia a neve
pássaro lacônico
contra a noite branca

No bosque fechado
o ninho e o caminho
estão sempre ocultos

Branca escuridão
do dia sonhado
desfeito na neve.


LÊDO IVO

domingo, 5 de dezembro de 2010

E de Espera (IX)

Georges de La Tour, La Madeleine pénitente, c.1640

sábado, 4 de dezembro de 2010

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

P de (Dois Anos de) Pássaros (XII)

Claude Monet, La Pie, 18681869

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

S de Sense of Snow (II)


S de Sense of Snow



WILSON A. BENTLEY (1865-1931)

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

A de Amor (VIII)

À PHILIS


Et la mer et l’amour ont l’amer pour partage,
Et la mer est amère et l’amour est amer,
L’on s’abîme en amour aussi bien qu’en la mer,
Car la mer et l’amour ne sont point sans orage.

Celui qui craint les eaux, qu’il demeure au rivage,
Celui qui craint les maux qu’on souffre pour aimer,
Qu’il ne se laisse pas à l’amour enflammer,
Et tous deux ils seront sans hasard de naufrage.

La mère de l’amour eut la mer pour berceau,
Le feu sort de l’amour, sa mère sort de l’eau,
Mais l’eau contre ce feu ne peut fournir des armes.

Si l’eau pouvait éteindre un brasier amoureux,
Ton amour qui me brûle est si fort douloureux,
Que j’eusse éteint son feu de la mer de mes larmes.


Pierre de Marbeuf (1596-1645)

O de "O mundo está escuro: ilumina-o" (V)

Reza escreve cisma sonha
tagarela sempre

Adília Lopes, Apanhar ar (Assírio & Alvim)

terça-feira, 30 de novembro de 2010

V de Vida (III)

A vida resumida pela minha agenda Moleskine:

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

P de (Dois Anos de) Pássaros (XI)


Filme:
Georges Franju, Les yeux sans visage, 1960

P de (Dois Anos de) Pássaros (X)

São os pássaros que levantam o dia para o cego.
Ouve-se a luz pendurada das árvores
e uma transfusão de sangue acelerado que acumula nos tímpanos
os latidos roubados à noite.

Amanhece.

Tíbias gotas de azul salpicam de manhã
os párabrisas dos carros.
Alguém, equivocado,
abriu o guarda-chuva pensando que chove.


Federico Gallego Ripoll
(versão de LP)