segunda-feira, 27 de setembro de 2010
S de Self
domingo, 26 de setembro de 2010
F de Fazer fotografia (XVIII)
Xavier Miserachs, "Passeig de Gràcia", 1962
sábado, 25 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
domingo, 19 de setembro de 2010
F de Futebol (II)
B de Biorritmo (XXXI)
Para os amigos que provaram uma vez mais que - diga o Rilke o que disser - às vezes nos podemos encontrar na mesma ilha.
sábado, 18 de setembro de 2010
S de Solidão (ou C de Comunidade)
Et l’art n’a rien fait sinon nous montrer le trouble dans lequel nous sommes la plupart du temps. Il nous a inquietés, au lieu de nous rendre silencieux et calmes. Il a prouvé que nous vivons chacun sur son île ; seulement les îles ne sont pas assez distantes pour qu’on y vive solitaire et tranquille. L’un peut déranger l’autre, ou l’effrayer, ou le pourchasser avec un javelot – seulement personne ne peut aider personne.
XII
De l’île à île, il n’y a qu’une possibilité : de dangereux sauts où l’on risque plus que ses jambes. Cela donne un éternel va-et-vient bondissant, fait de hasards et de ridicules ; car il arrive qu’ils soient deux à sauter en même temps l’un vers l’autre, si bien qu’ils ne se rencontrent qu’en air, et qu’après ce pénible échange ils se retrouvent tout aussi loin – l’un de l’autre – qu’auparavant.
Éditions Allia (que tem um dos mais bonitos catálogos de grandes livros pequeninos )
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
E de (Uma Outra) Educação
Por culpa do Vasco Granja, esta série de desenhos animados foi determinante na minha formação:
B de Biorritmo (XXIVd)
E como é que me foi escapar esta versão... Há músicas que conseguem salvar um dia, sobretudo com a ajuda da chuva lá fora.
B de BIOGRAFIA, de José Amaro Dionísio (TELHADOS DE VIDRO, nº14)
"O coração é uma arte difícil. Mas tudo o resto é a crédito."
terça-feira, 14 de setembro de 2010
R de Regresso ao trabalho (IV)
"O medo do aborrecimento é a única desculpa para trabalharmos."
"Se a preguiça nos faz infelizes, tem o mesmo valor que o trabalho."
Jules Renard, excertos do Diário (1887-1910) in Telhados de Vidro, nº14 (trad. José Miguel Silva), Averno
domingo, 12 de setembro de 2010
J de (O) Jardim e a Casa (IV)
E de Efeito Borboleta (II)
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
A de Amor (IV)
O amor não é um símbolo.
O amor não é natural.
O amor não é felicidade.
O amor não é sofrimento.
O amor é uma arte mágica.
O amor é a indiferença absoluta
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
M de Museu Imaginário (VIII b)
domingo, 29 de agosto de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
P de Prazeres (II)

sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
F de Flor Suficiente (II)

… que já experimentei nesta sobremesa…

… e gostava de experimentar nesta mistura de especiarias,
quando a encontrar...

terça-feira, 24 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
V de Vício (IV)
domingo, 22 de agosto de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
E de Espinhas para um gato (II)
[Fonte: CD "Blues and Haikus", Jack Kerouac - com Al Cohn e Zoot Sims]
domingo, 15 de agosto de 2010
T de Tratado de Pedagogia (X)
"Sou profissional do sofrimento/ Professor do sentimento/ Do amor fui artesão// Mestre do viver já fui chamado/ Conselheiro do reinado/ Cujo rei é o coração/ Mestre do viver já fui chamado/ Conselheiro do reinado/ Cujo rei é o coração// Quebrei do peito a corrente/ Que me prendia à tristeza/ Dei nela um nó de serpente/ Ela ficou sem defesa/ Mas não fiquei mais contente/ Nem ela menos acesa// Tristeza que prende a gente/ Dói tanto quanto a que é presa/ Abre meu peito por dentro/ O amor entrou como um raio/ Saí correndo do centro/ Dentro do vento de maio/ Dentro do vento de maio"
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
A de Amor (III)
Learning to read you, twenty years ago,
Over the pub lunch cheese-and-onion rolls.
Learning you eat raw onions; learning your taste
For obscurity, how you encoded teachers and classrooms
As the hands, the shop-floor; learning to hide
The sudden shining naked looks of love. And thinking
The rest of our lives, the rest of our lives
Doing perfectly ordinary things together – riding
In buses, walking in Sainsbury’s, sitting
In pubs eating cheese-and-onion rolls,
All those tomorrows. Now twenty years after,
We’ve had seventy-three hundred of them, and
(If your arithmetic’s right, and our luck) we may
Fairly reckon on seventy-three hundred more.
I hold them crammed in my arms, colossal crops
Of shining tomorrows that may never happen.
But may they! Still learning to read you.
To hear what it is you’re saying, to master the code.
domingo, 8 de agosto de 2010
H de (A) Humanidade em Agosto (IV)
sábado, 7 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
J de (O) Jardim e a Casa (III)
Then, in the garden,
The willow-tree.

P de (No) princípio (era...) IV
sábado, 31 de julho de 2010
V de Vício (III)
sexta-feira, 30 de julho de 2010
F de Férias
Conclusão, aliás feliz: Preciso de tirar umas férias. A sério.
É preciso fazer qualquer coisa contra o medo.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
H de "Hay que beber para recordar y comer para olvidar" (IV)


O Cozinheiro, o Ladrão, a Sua Mulher e o Amante Dela / Copenhaga (encerrado em 2007)
domingo, 25 de julho de 2010
A de À falta de mar (II)
No guardanapo,
a negro, o nome do oceano
em algum dia em algum
segmento perdido do tempo
haveria de ter o Atlântico
por detrás de uma janela
como se fosse a montra de
nenhum outro bar
onda atrás de onda
e quando soprasse a nortada
e o vidro se confundisse
com os cristais do sal
círculo ao redor do copo
o oceano era a palavra que
levava aos lábios.
João Miguel Fernandes Jorge,
Invisíveis Correntes, Lisboa: Relógio D’Água, 2004
sexta-feira, 23 de julho de 2010
F de Fazer Fotografia (XV)
pupila fechada na sua moldura
como um azulejo,
a lágrima coalhada:
no filme a luz que se deixa prender
e vela ainda
o olho de vidro
o berlinde opaco de tanto dormir.
Elisa Biagini, “Morgue”
in TELHADOS DE VIDRO 6













