segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

C de Carrosséis (X)

Dois carrosséis no mesmo dia:
[Fotografia de RCB]

domingo, 12 de dezembro de 2010

E de Espera (X)


"Paisagem do quarto de Mário Cesariny",
fotografia de P. E. Cuadrado,
[Fonte: Relâmpago N.º26]

P de (Dois Anos de) Pássaros (XIII)

[Obrigada, Luis.]

sábado, 11 de dezembro de 2010

T de Tempo Sem Tempo



[Os primeiros 34 segundos comovem-me sempre.]

P de Praças e Quintais


No Mercado do Forno do Tijolo

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

P de (The) Privacy of Rain (VI)

It's a miserable way to get happy
When it rains it all pours but if love is trouble
That's what I'm looking for
[...]

Letra de Jack Segal,
na voz de Marilyn Moore

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

P de (Dois Anos de) Pássaros (XII)

05/12/10

P de (Um Ano de) Pássaros (XIX) - este veio de Paris

04/12/10

G de Gostava de ter sido eu a tirar esta fotografia (III)

[Fotografia de RCB/Paris sob neve]

T de Tiragem Única (para amigos)

S de Sense of Snow (IV)

O PÁSSARO NA NEVE

Um pássaro negro
contra a noite branca
Um pássaro negro
voa no céu branco

Seu breve grasnido
desafia a neve
pássaro lacônico
contra a noite branca

No bosque fechado
o ninho e o caminho
estão sempre ocultos

Branca escuridão
do dia sonhado
desfeito na neve.


LÊDO IVO

domingo, 5 de dezembro de 2010

E de Espera (IX)

Georges de La Tour, La Madeleine pénitente, c.1640

sábado, 4 de dezembro de 2010

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

P de (Dois Anos de) Pássaros (XII)

Claude Monet, La Pie, 18681869

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

S de Sense of Snow (II)


S de Sense of Snow



WILSON A. BENTLEY (1865-1931)

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

A de Amor (VIII)

À PHILIS


Et la mer et l’amour ont l’amer pour partage,
Et la mer est amère et l’amour est amer,
L’on s’abîme en amour aussi bien qu’en la mer,
Car la mer et l’amour ne sont point sans orage.

Celui qui craint les eaux, qu’il demeure au rivage,
Celui qui craint les maux qu’on souffre pour aimer,
Qu’il ne se laisse pas à l’amour enflammer,
Et tous deux ils seront sans hasard de naufrage.

La mère de l’amour eut la mer pour berceau,
Le feu sort de l’amour, sa mère sort de l’eau,
Mais l’eau contre ce feu ne peut fournir des armes.

Si l’eau pouvait éteindre un brasier amoureux,
Ton amour qui me brûle est si fort douloureux,
Que j’eusse éteint son feu de la mer de mes larmes.


Pierre de Marbeuf (1596-1645)

O de "O mundo está escuro: ilumina-o" (V)

Reza escreve cisma sonha
tagarela sempre

Adília Lopes, Apanhar ar (Assírio & Alvim)

terça-feira, 30 de novembro de 2010

V de Vida (III)

A vida resumida pela minha agenda Moleskine:

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

P de (Dois Anos de) Pássaros (XI)


Filme:
Georges Franju, Les yeux sans visage, 1960

P de (Dois Anos de) Pássaros (X)

São os pássaros que levantam o dia para o cego.
Ouve-se a luz pendurada das árvores
e uma transfusão de sangue acelerado que acumula nos tímpanos
os latidos roubados à noite.

Amanhece.

Tíbias gotas de azul salpicam de manhã
os párabrisas dos carros.
Alguém, equivocado,
abriu o guarda-chuva pensando que chove.


Federico Gallego Ripoll
(versão de LP)

domingo, 28 de novembro de 2010

O de Objecto de desejo?

E de Espera (VIII)

Shel Silverstein

O de "O mundo está escuro: ilumina-o" (IV)

Lisboa, XI/2010

O de "O mundo está escuro: ilumina-o" (III)

Recuerdo com cierta precisión el momento en el que tuve
la certeza de que estas luces merecían un poema.
Recuerdo que el frío había entrado en nuestras vidas con el
impulso de los días previos al invierno y recuerdo también
cómo ceñías
tu cuerpo al mío para no dejarte atrapar.
En aquella plaza abarrotada, la misma que es antesala cada día
de paseos de palomas, niños y del resto, mientras el último
concierto
de las fiestas se consumía alcé la vista y hallé la belleza.
Recuerdo que al ver las luces nada pude hacer ya
o nada supe hacer.
Me dejé llevar por la palidez de las nubes blancas, de la niebla
amontoada en nuestros pechos y el río alborotado por el
viento.
Recuerdo en aquella noche de niebla espesa
la caída de dos lágrimas al ver las luces de la ciudad.

Ignacio Escuín Borao,
Habrá una vez un hombre libre
(Huacanamo)

sábado, 27 de novembro de 2010

F de Fazer Fotografia (XXV)

Um resumo da efemeridade: velas que se apagam, reflexos que se transformam e fotografias que perdem os nomes.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

P de (Dois Anos de) Pássaros (IX)


Detalhe de:
Jan Brueghel, o Velho - O sentido da audição - 1618
(Museo del Prado/Madrid)

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

M de Museu Imaginário (XV)


Henri Matisse, La Conversation, 1908-1912

E de Espera (VII)


P de (Dois Anos de) Pássaros (VIII)

terça-feira, 23 de novembro de 2010

F de Flor Suficiente (III)

HOJE, MORRENDO, LEVO SAUDADES
Hoje, morrendo, levo saudades
De cada pedra, de cada flor.
Destas violetas, levo saudades
Que hão-de ir comigo, seja onde for!
Levo saudades da praia bela
Em não passando, nela, ninguém.
Levo saudades, saudades dela,
Mas dela, apenas. De mais ninguém!
Levo saudades daquela casa,
Espelho baço da minha vida.
Levo saudades daquela casa,
Inútil, grande, triste, perdida.
Nódoas ocultas? Segredos de alma?
Casa ensombrada pelo Poeta!
Por que a inquietaram, vendo-a tão calma?
Por que a abandonaram, ao vê-la inquieta?
Levo saudades da noite fria,
Por entre as campas a que fui dar.
(Quantas espadas na ventania!)
Mármore, gelo, nudez, Luar.
Levo saudades de haver criado
A minha própria ressurreição.
Que, sem rodeios, o meu pecado
Está nas coisas. Nos homens não!
Está no medo, na poesia
E (sobretudo!) no que se esconde
Por trás das grades frígidas, onde
Só,
Um crisântemo
Sorria…
Pedro Homem de Mello, As Perguntas Indiscretas

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

A de (Só acrescentava) Amizade

Frida Kahlo, DIÁRIO

domingo, 21 de novembro de 2010

N de “no lugar seguro da próxima Primavera” (M.G.L.)

Já que sentir é primeiro
quem presta alguma atenção
à sintaxe das coisas
nunca há-de beijar-te por inteiro;

por inteiro ensandecer
enquanto a Primavera está no mundo
o meu sangue aprova,
e beijos são melhor fado
que sabedoria
senhora eu juro por toda a flor. Não chores
- o melhor movimento do meu cérebro vale menos que
o teu palpitar de pálpebras que diz

somos um para o outro: então
ri, reclinada nos meus braços
que a vida não é um parágrafo

E a morte julgo nenhum parêntesis



e. e. cummings, xix poemas,
trad. Jorge Fazenda Lourenço (Assírio & Alvim)

B de Biorritmo (XLI) - o sentimento da(s) véspera(s)



Tell me why
I dont like Mondays
Tell me why
I dont like Mondays
Tell me why
I dont like Mondays
I wanna shoo-oo-oo-oo-oo-oot the whole day down
[Obrigada, Alexandra]

sábado, 20 de novembro de 2010

R de Rebeca (II)



João Barrento, O Género Intranquilo, Lisboa: Assírio & Alvim, 2010

R de Rebeca


Francisco de Goya, "Perro semihundido", 1819-1823
(Museo del Prado/Madrid)

P de (Dois Anos de) Pássaros (VII)

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

F de Fazer Fotografia (XXIV)


Alfred Stieglitz, A Snapshot: Paris, 1911

G de Gostava de ter sido eu a tirar esta fotografia (II)

À noite
com a iluminação pública
as sombras dos choupos
nas cortinas das janelas
da minha sala

Adília Lopes, Apanhar Ar (Assírio & Alvim)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

E de Espera (VI)

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

E de Estado de espírito (II)

Animula vagula, blandula,
Hospes comesque corporis,
Quae nunc abibis in loca
Pallidula, rigida, nudula,
Nec, ut soles, dabis iocos...

P. Elius Hadrianus, Imp.

sábado, 13 de novembro de 2010

S de Sino da minha aldeia (III)

Eu sei que é um xilofone, mas parecem quase sininhos e dão-me sempre vontade de dançar.

T de Tratado de Pedagogia (XVI)

[Fonte: Bernardo Atxaga, Alfabeto sobre la literatura infantil,
Valência: Media Vaca, 1999/2010]

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

E de Espera (V)

O de Outono (VII)

[Fotografia de Jorge Molder]

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

E de Espinhas para um gato (IV)


B de Biorritmo (XL)

"[...] Nothing's ever as it seems/ Climb the ladder to your dreams/ If I die before you wake/ Don't you cry, don't you weep/ Nothing's ever yours to keep/ Close your eyes; go to sleep"

P de (The) Privacy of Rain (VI)

R de Regresso ao trabalho (VI)

Eu gostava,
gostava de descansar!
De poisar os meus olhos sobre outros…
descansar!
sobre outros de qualquer cor
e tamanho…

E, também, de escrever
com amabilíssima calma,
perfeita tranquilidade.


Irene Lisboa, Um dia e outro dia...

terça-feira, 9 de novembro de 2010

S de Sino da minha aldeia (II)





Gostava de viver numa torre assim,
com vidros às cores e sinos só para o vento brincar
(Sintra/Novembro 2010)

S de Sino da minha aldeia

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

P de (Dois Anos de) Pássaros (V)

[Para a Renata, este filme de que sempre gostei e que começa justamente com um pássaro a ser salvo junto ao mar. Ela sabe porquê.]

domingo, 7 de novembro de 2010

P de (Dois Anos de) Pássaros (IV)

S de Solidão (ou C de Comunidade) V

Il y a tant de savoir maudit qui embarrasse, qui obstrue. Ces mots, tous ces mots empoisonnés et menteurs qui engorgent, qui gonflent les muqueuses, qui empêchent l'air d'arriver. Tant de mots : tant de murs.
Mais il y a d'autres mots qui libèrent, et on ne comprend pas pourquoi. Ne sont-ils pas les mêmes ? Ne sont-ils pas, eux aussi, du langage des hommes . Ils arrivent facilement, sans qu'on les cherche, ils sont légers, ils ne veulent rien, ils n'écrasent pas. Des mots aériens, suspendus sur le ciel blanc en escadres immobiles. C'est eux que l'on perçoit à présent, rien qu'eux. Comment un tel langage a-t-il pu s'inventer. On aimerait croire que c'est un mirage, un hasard, et pourtant on sait bien (à cause justement de tous les mots du langage lourd) que ce n'est pas une coïncidence. La musique ne trouble que la musique, et les mots d'Iniji retrouvent au fond de vous leur propre image, comme survolant un grand lac immobile.
Le poème est venu de loin, comme cela, calmement, avec ses gestes, avec sa vie, pour vous retrouver.

J.M.G. Le Clézio
in Vers les Icebergs (1978)

sábado, 6 de novembro de 2010

P de (Dois Anos de) Pássaros (III)


Henri Cartier-Bresson, Henri Matisse, 1944

[Para juntar à lista de compras:

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

T de Tratado de Pedagogia (XV)

THE LEADEN-EYED

Let not young souls be smothered out before
They do quaint deeds and fully flaunt their pride.
It is the world's one crime its babes grow dull,
Its poor are ox-like, limp and leaden-eyed.
Not that they starve; but starve so dreamlessly,
Not that they sow, but that they seldom reap,
Not that they serve, but have no gods to serve,
Not that they die, but that they die like sheep.
Vachel Lindsay
(1914)

A de Amor (VII)

Ofereceram-me o amor ontem:

Perfume LOVE,
Chloé

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

P de (Dois Anos de) Pássaros (II)

A Raposa (Sintra), 01/11/10

terça-feira, 2 de novembro de 2010

O de Outono (VI)

Vou subindo por uma escarpa
Que vai ter à mansão divina.
Em cada corda da minha harpa
Canta uma estrela vespertina.

Em meio de luzes tantas,
Que sempre refulgirão,
Vejo astros às minhas plantas
E colho estrelas com a mão.

Quantos sublimes resplandores
Cintilam castos no meu peito!
São os responsos precursores
Da paz do meu último leito.

Minh’alma é árvore deserta
Que o Outono vem desfolhar.
Quando o sonho me desperta,
No meu peito canta o luar…

O Inverno passa, a primavera
Esconde-se entre alas de lírios:
Mas a minh’alma sempre espera
Dores novas, novos martírios.

Tudo me é sonoro e suave:
Emperolado de sol,
Bate as suas asas de ave
No meu peito de rouxinol.

As minhas ilusões são rosas
Esfolhadas por mãos celestes;
São como brisas silenciosas
Entre alamedas de ciprestes.

No campanário onde me acho,
Entre cítaras de luar,
Contemplo a lua debaixo
Da minh’alma, a soluçar…


ALPHONSUS DE GUIMARAENS

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

L de Levantar a cabeça (IV)

Sintra, 31/10/10

D de Dia de los Muertos (II)


Carlo Farneti
(ilustração para uma edição de Les Fleurs du Mal, 1935)

sábado, 30 de outubro de 2010

M de (O) Mistério da Estrada de Sintra (II)

[Sintra/Outubro 09 - e hoje, amanhã e depois de amanhã]

B de Biorritmo (XXXVIII)


"[...]
Então vem, eu quero abraçar você
Seu poder vem do sol
Minha medida
[...]"

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

P de (Um Ano de) Pássaros (XVIII)

A ÚLTIMA NOITE DA TERRA


O melro de todos os anos voltou a visitar a minha casa
mas eu permaneço aqui.
A sua música não muda, já o escrevi.
No entanto o meu trabalho é constatar o óbvio
e isso é o que o melro me vem recordar.
O tempo passa, as pessoas envelhecem, morrem
pela sua própria mão ou com ajuda.
As palavras vão descendo pelo escoadouro
do que alguém chamou a intra-história.
Tudo flui e perde-se, os rios no mar,
o mar na imensidão inabarcável do cosmos,
o cosmos no nada de onde não deveria ter saído.
Entretanto vamos dando às teclas.
Um tamborilar contra séculos de morte programada
e um futuro de certeira incerteza.
Um batalhão de patéticos amanuenses do esquecimento
exigindo duas camisas para o caminho até ao patíbulo.
O frio não é porém o problema, antes o medo.
E é o melro, na sua ignorância, quem conhece a verdade.
Cumpre sem a mínima estridência
o ritual que a biologia lhe impôs.
E de súbito morrerá. Sem epitáfios, como este,
que hão-de desfazer-se com uma careta indiferente
entre as chamas da última noite da Terra,
quando já ninguém reconhecerá qualquer significado,
se é que algo alguma vez teve significado.


Roger Wolfe
in CRIATURA nº5
(tradução de Luís Filipe Parrado)

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A de Alegoria da Cave

FEIRA DO LIVRO - EDIÇÕES AVERNO

Livros manuseados a 2 euros

28 Outubro (5ªf), a partir das 22h30,
BAR NA CAVE
(R. Imprensa Nacional, 116b, cave do restaurante BS)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

E de Efeito Borboleta (IV)

"Borboletas na Criatura II"
(foto de SF)

F de Fazer Fotografia (XXIII)

III

O meu poema é uma écloga
fechada num quarto cheio de borboletas
e esta mulher sólida e pacífica
que modela no lume esculturas frias

O meu poema não é um poema
mas apenas transposição de ver,
por exemplo, agora, o espanhol que viaja há três anos
a dormir em cemitérios
O meu poema é olhar,
velar a técnica,
fotografar as mãos para acender a luz

Um dia serei eu próprio o meu poema
com dentes de perdiz em tempo de caça
fugitivo
sensitivo
procurador
extintor de sono

Muhammad Abdur Rashid Ashraf (António Barahona)
in Criatura, nº 5

domingo, 24 de outubro de 2010

E de Efeito Borboleta (III)

Shel Silverstein, The Missing Piece (1976) -
vale a pena ler a história toda.

O de Outono (V)

Andre Kertesz, "Woman reading in leaf falling woods", 1931

F de Fazer Fotografia (XXII)

CLICHÉ


Não é que seja o momento para trocar
cartões-de-visita. José Maria da Silva,
fotógrafo profissional com estúdio em Lisboa,
tem por hábito mudar-se para a vila da Ericeira
na época balnear. Ainda está por aqui

no dia 5 de Outubro. Um notável testemunho
(gelatina e sais de prata, memória pronta e fiel)
que, com sorte, há-de chegar à Ilustração
Portuguesa. Além disso, uma kodak não tropeça
em estrangeirismos, ornatos de sabor clássico,
no jeito francês da frase, nos defeitos da sintaxe.

José Maria da Silva, fotógrafo profissional,
passa o resto da tarde com um nervoso
miudinho. Até revelar as chapas. Olhem bem
para estas caras, estas formas do passado. Nada mau
para seres humanos. Pode dizer-se que sim.

Vítor Nogueira, Quem diremos nós que viva? (Averno)

sábado, 23 de outubro de 2010

M de Museu Imaginário (XIV)


Adolf Hoffmeister, 1959
(ilustração para A Volta ao Mundo em 80 Dias, de Jules Verne)

M de Museu Imaginário (XIII)


Domenico Gnoli (1969)

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

O de Outono (III)

Para o Mané,
que tem de ensinar aos pobres adultos
onde é que as folhas das árvores estão durante o Outono
Egon Schiele, "Árvores de Outono" (1911)

terça-feira, 19 de outubro de 2010

E de Espinhas para um gato (III)



Rui Caeiro, Gatos e Homens, Livraria Artes e Letras
(desenhos de Bárbara Assis Pacheco)

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

P de (Um Ano de) Pássaros (XVII)


Masao Yamamoto
[Obrigada, Daniela]